Mesmo com a alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pela guerra envolvendo o Irã, os governos estaduais informaram que não irão reduzir o imposto sobre o diesel.
De acordo com o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), os estados já acumulam perdas significativas de arrecadação após reduções do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) implementadas durante o governo de Jair Bolsonaro.
Os secretários também criticam o fato de que, segundo eles, reduções de custos ao longo da cadeia, como descontos aplicados por distribuidoras e postos, nem sempre são repassadas ao consumidor final.
Diante desse cenário, os estados defendem a manutenção da atual política tributária, argumentando que novas reduções poderiam comprometer ainda mais as finanças públicas, sem garantia de impacto real no preço pago pelos consumidores nas bombas.
