A 11ª fase da Operação Mute teve início na última segunda-feira (18). A ação da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em conjunto com as polícias penais dos Estados e Distrito Federal, é realizada simultaneamente em 15 estados do país. O objetivo principal é fazer varreduras nas celas para encontrar e retirar aparelhos celulares para cortar a comunicação interna dos presos com as ruas.
Na Bahia, a operação com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) foi dividida em etapas: na última terça-feira (19) aconteceu no Conjunto Penal de Paulo Afonso, onde 40 policiais penais revistaram a estrutura. Nesta quinta-feira (21) acontece no Conjunto Penal de Jequié, onde as atividades iniciaram por volta das 06h00 da manhã.
Em abril de 2026, a Bahia já havia feito a sua 1ª versão estadual da operação na Penitenciária Lemos Brito, em Salvador. A Operação Mute faz parte de um pacote do Governo Federal chamado ‘Brasil contra o Crime Organizado’, que prevê um investimento de um total de R$ 11 bilhões.

Para a Mute foram destinados especificamente R$ 59 milhões em equipamentos de ponta, como bloqueadores de sinal de celular, scanners corporais e raio-X (para evitar a entrada de ilícitos), drones e georradares (tecnologia usada para achar buracos, túneis ou fundos falsos nas paredes e no chão).

Desde que começou, em 2023, as 10 fases anteriores da operação já apreenderam quase 8 mil celulares em presídios de todo o Brasil, e mobilizou mais de 38 mil policiais.

By Laiana

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